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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Visita do dia 13.11.2014




Domingão, dia de sol (menos em Brasília), Cruzeiro campeão, show do meu amigo, Paul McCartney, mas nada disso supera o inigualável, insubstituível grupo que anima as tardes do ICDF aos domingos: Andarilhos do Riso.

E hoje tinha mais palhaço naquele hospital que barata em bueiro. Bateram o ponto: Dras Bacon, Bochechas, Fofuxa (eu, linda e fofa), Jujuba, Groselha, Tamps, Risoleta, e os Drs Rapalume e Vagadura, digo, Vagalume e Rapadura.

A visita começou repassando as instruções do jogo tático da professora Dra Sensação, seguida pela belíssima oração da Dra Jujuba e então seguimos nossa longa caminhada pelos corredores do IC (nem preciso fazer academia hoje, já fiz toda a parte de aeróbico só pra chegar em nosso posto de trabalho).

Encontramos 10 torcedores mirins na UTI Pediátrica, 8 torcedores fanáticos na Coronariana e outros 8 na Cirúrgica. Nas enfermarias, 32 clube-associados nos receberam, com bastante vibração.


O Seu Eulso, que tem no nome quase uma saudação mineira (Sou "eu, sô") nos encontrou na UTI, e não vê a hora de nos ver de novo domingo que vem. Está doidinho para pular o relógio logo para a outra semana, de tanto que não güenta de saudade. A gente se encontra na enfermaria, sô!.

E tinha o Gerardo, que é assim mermo, Gera-r-do, faz favô, que tava fazendo revezamento de filho e neto bonito no quarto. O José, vizinho de leito, não aguentou de inveja e chamou o sobrinho para ir visitá-lo também, e mostrar que a família dele faz homem bonito também.

Encontramos o galã do Seu Manoel já no corredor. Cês num acreditam, Manoel cuidava, há 52 anos, de um bigode todo trabalhado nos penteados, e teve que tirar pra fazer aquela hidratação dos pêlos do nariz que é feita quando ajusta as engrenagens do coração. Mas agora já tá deixando crescer de novo.

Também vimos o Seu Adão, que estava lá para contar a história verdadeira do Jardim do Éden para a gente. Na versão original dos fatos, o que ocorreu foi que Adão foi obrigado por Eva a comer a maçã, senão teria de lavar toda a louça do almoço. E assim as coisas desandaram, como conhecemos.

Tiveram muitos convites de almoço (nós nos convidamos para comer na casa do pessoal mais prendado, obviamente), choros de despedida (somos irresistíveis, mas ninguém precisa ficar no hospital só para nos ver) e sorrisos roubados também.

E assim nos despedimos de mais um domingo encantador nas terras do Instituto de Cardiologia, loucos de vontade de voltar logo.


Abraços fofíssimos!

Dra Fofuxa